Cinco anos.
Esse foi o tempo que durou a jornada do designer que eu tentei ser e NÃO SOU até hoje. O BlueStriker espalhou suas loucuras nos lugares certos e errados também, por que não?, inspirou quem conseguiu alcançar e se misturou em várias tribos. Mas insistir no erro não é persistência, é teimosia.
E eu cansei.
O mercado engole a gente, e a percepção de que tem MUITOS que fazem melhor, somando uma rotina esmagadora pra caralho, transformou o que era criação em aversão, ranço, nojo. O resultado disso? Claro, o inevitável.
Ih, véi, it’s over.—Ryota Murakami sobre o fim do BlueStriker
Vou deixar esse canto da internet sabendo de muitos rastros meus que ficaram: MUITOS projetos esquecidos, pessoas sem direção e um criador desgastado em todas as esferas: na mente, no bolso e na moral. É preciso ter coragem para admitir a crise e puxar a tomada de uma vez.
O ciclo acabou. Até nunca mais. Maldita serpente!
LEONARDO MUNIZ, o STRIKER
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